Rodrigo Santoro, ator
Rodrigo Santoro, atorFoto: Felipe Souto Maior/CinePE/Divulgação

O ator Rodrigo Santoro participou este ano, pela terceira vez na trajetória do evento, do Cine PE - Festival do Audiovisual, onde foi homenageado. Ele conversou com jornalistas em entrevista coletiva neste sábado (2), no Hotel Nobile Executive, em Boa Viagem.

À noite, no Cine São Luiz, que abriga as sessões do festival, em seu discurso de agradecimento pela homenagem, o intérprete começou parabenizando os curtas-metragens exibidos durante a noite: “Como é bom assistir curta-metragem”, disse. A primeira vez em que Santoro esteve no festival em 2001, ano em que foi agraciado com o prêmio de Melhor Ator por sua performance no elogiado “Bicho de Sete Cabeças”, de Laís Bodanzky.

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Santoro lembrou momentos marcantes da carreira, como quando esteve no elenco do filme norte-americano “300”, de Zack Snyder. “Eu chegava no set e éramos eu, o diretor, a equipe de filmagem e produção, e um estúdio cheio de paredes verdes. Eu contracenava com uma fita crepe no chão, ou, sei lá, com a sandália de alguém. Tudo o que vocês viram no cinema foi montado na pós-produção. Se tinha uma cena em que o Xerxes estava falando com outro personagem, tinha um ponto no meu ouvido, com alguém lendo o texto do outro ator, e eu precisava fingir que ele estava ali”, lembrou.

Sobre o pedido de afastamento de uma novela, para depois tentar carreira no exterior, Santoro ressaltou que foi um movimento circunstancial. “Em nenhum momento foi uma decisão pensada porque eu queria fazer sucesso no exterior. Eu não saí com uma mochila nas costas dizendo ‘Vou para Hollywood’, até mesmo porque eu estava em um momento realmente fértil da minha carreira aqui. Não me faltava nada para eu ter que buscar fora, as coisas aconteceram e me levaram até ali”, esclareceu.

   Troféu Calunga

Em 2007, o astro retornou ao Cine PE, dessa vez representando o drama brasileiro “Não Por Acaso”, escrito e dirigido por Philippe Barcinski. Desta vez, Santoro desembarcou no Recife para receber a honraria máxima do festival, o Troféu Calunga de Ouro, prêmio comemorativo de sua carreira no cinema.

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