Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementar
Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementarFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

Em assembleia na última sexta-feira (14), trabalhadores do sistema de transporte complementar da Região Metropolitana do Recife (RMR) decidiram suspender atividades até ter os salários pagos. O dinheiro depende de repasses do Grande Recife Consórcio de Transportes, do Governo de Pernambuco. Cerca de 50 mil pessoas são afetadas pela greve.

Por nota, o Grande Recife explicou que "não efetuou o pagamento devido à falta de repasse pela Urbana/PE, responsável pela arrecadação da bilhetagem eletrônica" e que, "tão logo a Urbana-PE efetue o pagamento, o Consórcio realizará o repasse". A reportagem aguarda posicionamento da Urbana, que é o sindicato das empresas que prestam o serviço de transporte.

"São 45 dias, três quinzenas, sem pagamento. Devido à falta de dinheiro, ficamos sem motorista e sem o abastecimento dos veículos", diz o presidente do sindicato da categoria Manuel Dias. Ele explica que o transporte complementar para usuários em áreas de difícil acesso, onde ônibus maiores não entram.

"Se não pagarem hoje, a gente permanece paralisado. A assembleia foi bem clara e a categoria só volta com o salário", finaliza Dias.

 

Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementar
Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementarFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco
Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementar
Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementarFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco
Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementar
Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementarFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco
Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementar
Greve dos trabalhadores do sistema de transporte complementarFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

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