Ex-ministra se reuniu com líderes para avaliar candidatura
Ex-ministra se reuniu com líderes para avaliar candidaturaFoto: Elza Fiúza/abr

Ao ser anunciada na última semana a condenação a nove anos e seis meses, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pelo juiz federal Sérgio Moro, a ex-ministra Marina Silva (Rede), decidiu sair do anonimato e se reuniu com líderes de seu partido no Congresso para informar que estava no “páreo” para as próximas eleições presidenciais em 2018.

Para Marina, existe um grande "vácuo" na política que o seu partido pode ocupar, caso se apresente como uma "alternativa aos polos". A ex-ministra, inclusive, determinou aos correlegionários a formatação de uma agenda propositiva com foco em prováveis apoiadores à postulação. Informação foi veiculada pela coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo.

E para dar início à agenda, a também ex-senadora participa hoje de encontro com artistas no Rio de Janeiro. Reunião está sendo organizada pelo ator Marcos Palmeira. Além da classe artística, participam do encontro nomes que defendem a saída do presidente Michel Temer, do Planalto.

Alianças

Em conversa com aliados, Marina, que fez chapa com o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e assumiu o lugar do socialista após a morte de Campos em um acidente aéreo em 2014, afirmou que está atuando para ter no quadro de seu partido, os ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa e Carlos Ayres Britto. Ambos são vistos como nomes ideais para compor uma chapa.

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